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publicado por Maggie e Tih, em 22.11.09 às 02:50link do post | favorito

O nosso blog agora está em:


http://vamosincluir.blogspot.com


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publicado por Maggie e Tih, em 01.11.09 às 19:27link do post | favorito

 

 

Imagine o que é redescobrir o bairro de Alfama de olhos vendados: são as ruas apertadas, o cheiro das sardinhas a assar, o som de um fado que se ouve ao longe e tantas outras aventuras sensoriais…

São passeios a pé inesquecíveis, dentro do bairro de Alfama, desenvolvidos a partir de uma ideia original do estúdio criativo Cabracega desenvolvida em colaboração com a Lisbon Walker e a ACAPO, em que os participantes têm os olhos vendados e são conduzidos por um guia invisual da ACAPO que partilha as suas referências sensoriais e pelo guia Lisbon Walker que garante a contextualização histórica e urbanística do passeio.

Para ajudar os participantes a percorrer o espaço em condições de segurança estão também presentes outros elementos de apoio mobilizados para o efeito. O carácter único deste passeio cumpre dois grandes objectivos:


  • sensibilizar para o universo invisual, não num sentido incapacitante, mas num sentido positivo e estimulante, em que o próprio invisual nos convida a entrar no seu mundo de códigos e referências.  
  • proporcionar uma experiência sensorial, que visa a construção de um novo conhecimento do espaço através do estímulo dos sentidos do olfacto, tacto, gosto e audição pela ausência da visão.



Este passeio está sujeito a reserva e realiza-se no último Sábado de cada mês, 11h.

Duração do passeio: 1.30 hora

Número máximo (aconselhado) de participantes por passeio: 10



Mais informações em: Lisbon Walker


 


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publicado por Maggie e Tih, em 31.10.09 às 17:58link do post | favorito

 

(Clique na imagem de cada um dos livros para informação detalhada sobre eles)

 

"Os profissionais dedicados à educação especial exigem material de apoio que permita tornar a leitura mais acessível a crianças com problemas do desenvolvimento.


Esta iniciativa tenta aproximar e estimular o caminho da leitura a todas elas, contribuindo para romper com as barreiras na comunicação e tornando mais compreensível o mundo da fantasia a muitos meninos e meninas.


Os destinatários destes livros são pessoas com necessidades específicas: atraso global do desenvolvimento, perturbações específicas da linguagem (PEL), paralisia cerebral (PC), perturbações do espectro do autismo, dificuldades de aprendizagem, ou seja, utilizadores ou potenciais utilizadores da Comunicação Aumentativa.


A leitura apoia-se, para além do texto e da ilustração, num sistema gráfico de comunicação utilizado internacionalmente – SPC – Símbolos Pictográficos de Comunicação (Mayer-Johnson). Este sistema baseia-se em imagens (pictogramas) muito simples, acompanhadas da palavra escrita, referente ao seu significado."

 

In: Kalandraka

 

 


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publicado por Maggie e Tih, em 29.10.09 às 10:59link do post | favorito

Os alunos disléxicos apresentam uma incapacidade específica, a nível neurológico para a leitura e a escrita. Estas competências consideradas fundamentais pela Escola para o acesso à aprendizagem e ao conhecimento, impossibilitam muitos jovens de ter sucesso na escola, embora sejam detentores de outras competências e habilidades.

Ficam fora dos muros da escola, sem perspectivas de futuro. Os alunos disléxicos, são por vezes considerados pouco estudiosos ou mesmo preguiçosos quando na verdade a Escola para eles representa o fracasso, a frustação o desespero. É necessário repensar a Escola, para que esta consiga responder a todos.

 

 

 

Em: Educação Especial: Dislexia


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publicado por Maggie e Tih, em 29.10.09 às 10:55link do post | favorito

Método multisensorial, desenvolvido por Paula Teles, pretende ser um método facilitador da aprendizagem da leitura e escrita para todas as crianças: as que apresentam perturbações fonológicas da linguagem, as que apresentam indicadores de risco de dislexia, as crianças e jovens disléxicos e a todas as que tenham dificuldades na leitura e na ortografia, em maior ou menor grau, independentemente da sua etiologia.

 

Desenvolver a Consciência Fonémica- Consciência de que as palavras da linguagem oral são formadas por fonemas - identificar os fonemas através de materiais para a realização de diversos jogos de identificação, discriminação, adição, omissão, substituição, aliteração e rima de fonemas.

 

Ensinar o Princípio Alfabético- Ensinar que os fonemas da linguagem oral são representados pelas letras do alfabeto - ensinar o nome das letras e as suas representações gráficas, ensinar e treinar até à automatização as correspondências fonema Û grafema.

 

Ensinar as Irregularidades nas Correspondências Fonema Û Grafema - Ensinar que: existem grafemas que não têm correspondência fonémica; existem grafemas que têm diversas correspondências fonémicas; existem fonemas que podem ser representados por diferentes grafemas: existem fonemas, os dígrafos, que são representados por dois grafemas.

 

Em: Educação Especial: DISLEXIA


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publicado por Maggie e Tih, em 29.10.09 às 10:35link do post | favorito

Estas crianças devem estar inseriadas no sistema de ensino regular. no entanto, deverá também beneficiar de apoios adequados, aos quais tem direito.

 

Através do trabalho em equipa (educadores, professores de educação especial, psicologa, terapeuta, entre outros) e da interacção de áreas como a informática, a fisioterapia, a terapia da fala, terapia ocupacional, psicomotricidade, apoio psicológico, etc, procurar-se-á desenvolver o nível cognitivo, a autonomia pessoal e social, a comunicação, a área psicomotora e sócio-afectiva e ainda desenvolver a área sensorial - perceptiva e elevar as capacidades gerais da criança/jovem com paralisia cerebral e melhorar a sua qualidade de vida.

 

 

Mais informações: Educação Especial: Paralisia Cerebral


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publicado por Maggie e Tih, em 29.10.09 às 10:30link do post | favorito

É necessário que a escola desenvolva processos de inovação e mudança que respondam com eficácia a todos os alunos.

 

A atenção às diferenças individuais, seja qual for a sua origem, numa escola inclusiva, exige currículos abertos e flexíveis, capazes de responder às necessidades comuns ao conjunto da população escolar.

 

É necessário que haja diferenciação, adaptação e individualização curricular às necessidades e características de cada aluno, em especial dos alunos com NEE. Todos os alunos deverão ter os mesmos direitos e oportunidades, incluindo o direito à diferença e a uma educação adaptada às suas necessidades.

 

 

Podem consultar o texto completo aqui: A inclusão de crianças e jovens com NEE


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publicado por Maggie e Tih, em 29.10.09 às 10:12link do post | favorito

 

Para quem quiser aprender a comunicar com crianças e adultos com surdez.

 

Podem consultá-lo aqui: ABC Gestual

 

 

 


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publicado por Maggie e Tih, em 29.10.09 às 10:12link do post | favorito

Escola para todos:

 

  • Torres, R. (2001). Educação para todos - A tarefa por fazer. Editora Diversos

 

Sinopse

Um amplo quadro de referências para a ação foi estabelecido em torno da proposta de Educação para Todos, que, neste livro, é avaliada mais como conceito e como estratégia que como meta em si mesma. Centra-se particularmente em analisar se, e até que ponto, conseguiu-se formar a 'visão ampliada da educação básica' e a visão renovada da política educativa e da cooperação internacional nesse campo.

 

Mais informação em: Wook

 

 

Dislexia:

 

  • Torres, R. (2001). Dislexia, Disortografia e Disgrafia. Editora Mc Graw-Hill

 

Sinopse

Já se confrontou com pessoas que sofrem de dificuldades na escrita e na leitura? Sabia que existe um grande número? Que ambos os grupos, adultos e crianças, sofrem com este problema?
O estudo deste assunto permite a tomada de consciência quanto às implicações destas dificuldades, não somente no desenvolvimento escolar dos que as sofrem, como também na vida quotidiana.
Este livro, de leitura acessível mas bem documentado, oferece uma análise dos aspectos cruciais na abordagem dos problemas específicos de linguagem: defenição, características, factores associados, tipos ou classes, modelos explicativos e princípios ou procedimentos de avaliação e intervenção. É indicado para professores, psicopedagogos, investigadores e estudantes interessados nas perturbações da linguagem, e ainda para os pais que buscam linhas de orientação para o seu comportamento educativo perante a família, e que querem participar activamente na formação escolar dos filhos.

 

Mais informações em: Wook

 

  • Hennigh, K. (2008). Compreender a Dislexia - Um Guia para Pais e Professores. Porto: Porto Editora

Sinopse

Compreender a Dislexia é um livro de referência para educadores, professores, demais profissionais de educação e pais que pretendam inteirar-se da problemática em si e procurem encontrar métodos práticos de ensino no que diz respeito aos padrões de leitura da criança disléxica.

Assim, para além de analisar o conceito de dislexia, este livro apresenta a sua evolução histórica, bem como um conjunto de temas que se prendem com metodologias e técnicas de ensino, com a avaliação do desempenho e da evolução do aluno disléxico, com o papel do professor na sala de aula e com o envolvimento parental, tanto em casa como na escola.

 

Mais informações em: Wook

 

 

Inclusão e Necessidades Educativas Especiais

 

  • Correia, L. (2008). Inclusão e Necessidades Educaivas Especiais. Porto, Porto Editora

 

Sinopse

 

Pretende ser um instrumento de apoio para os educadores e professores, no sentido de melhor compreenderem os conceitos de inclusão, educação especial e necessidades educativas especiais, de perceberem o seu papel no contexto de uma escola inclusiva e de se munirem de um manancial de informação e estratégias que lhes permitam criar salas de aula inclusivas que valorizem a diversidade, contemplando as necessidades diferenciadas de todos os alunos, designadamente dos alunos com necessidades educativas especiais.

 

Mais informações em: Wook

 
 

  • Correia, L. (2008). A Escola Contemporânea e a inclusão de alunos com NEE - Considerações para a educação com sucesso. Porto. Porto Editora

 

Sinopse

 

Neste segundo livro da colecção Impacto Educacional pretende-se abordar as ideias base associadas ao movimento da inclusão e aos serviços de educação especial, dando ao leitor a oportunidade de melhor compreender os conceitos de necessidades especiais e de necessidades educativas especiais, tendo por base as problemáticas que os integram.

O livro apresenta, ainda, um modelo de atendimento - Modelo de Atendimento à Diversidade - que permite a implementação de programas educativos eficazes para os alunos com necessidades especiais, designadamente para os alunos com necessidades educativas especiais.

Dada a actualidade das temáticas tratadas nesta obra, ela pode constituir-se num valioso recurso para os pais e para todos os profissionais que, de algum modo, trabalham com alunos com necessidades especiais.

 

Mais informações em: Wook

 

 

 

 Envolvimento Parental em Intervenção Precoce

 

  • Correia, L. e Serrano, A. (2002). Envolvimento Parental em Intervenção Precoce - Das Práticas Centradas na Criança às Práticas Centradas na Familia. Porto: Porto Editora

 

 

Sinopse

 

Este livro resulta da compilação de diversos contributos no âmbito do envolvimento parental em intervenção precoce. Pretendemos que ele possa ser um veículo de reflexão para profissionais, formandos e pais que diariamente se debatem com a problemática da intervenção precoce.

Para a realização deste livro contamos com a colaboração de alguns especialistas desta área, nomeadamente: Carl Dunst, Raymond J. Gallagher, Maggie J. LaMontagne, Lawrence Johnson, James Tramill, Marilyn Espe-Sherwindt, Sylviane Rigolet, Isabel Monteiro da Costa e Maria del Pilar Fontao.

Os temas abordados pelos diversos autores giram em torno das práticas de intervenção precoce centradas na família, descrevendo quer a sua filosofia, aspectos legislativos, princípios, práticas e investigação.


Pensamos que ele irá igualmente ser um importante contributo na medida em que são praticamente inexistentes as publicações em português neste domínio.

 

Mais informações em: Wook

 

 

 

Redes Sociais de Apoio e Sua Relevância para a Intervenção Precoce

 

  • Serrano, A. (2008). Redes Sociais de Apoio e Sua Relevância para a Intervenção Precoce. Porto: Porto Editora

Sinopse

 

Este livro pretende fazer uma abordagem dos conceitos de apoio social, descrevendo a sua relevância para a Intervenção Precoce.
A investigação na área da Intervenção Precoce tem reforçado a importância dos modelos ecológicos de intervenção por oposição aos modelos compensatórios ou de erradicação.

Os modelos ecológicos assentam no pressuposto de que o desenvolvimento depende de uma variedade de factores e, assim sendo, as experiências e intervenções deverão ser variadas e ter por objectivo não só a minimização dos factores de risco, mas também a maximização de oportunidades que influenciarão positivamente os resultados últimos de desenvolvimento da criança.

A perspectiva ecológica do desenvolvimento constitui, assim, o enquadramento teórico no qual deverão assentar, quer as práticas de intervenção, quer a investigação com crianças de risco e suas famílias.

Assim, a noção de apoio social e as suas influências directas e indirectas no desenvolvimento da criança constituem uma vertente fundamental na abordagem ecológica, que serão objecto de análise e descrição ao longo dos diversos capítulos do livro.

Será também apresentado um estudo qualitativo cuja finalidade foi compreender e identificar as redes de apoio de um conjunto de famílias com crianças com NE (0 aos 3 anos) residentes no distrito de Braga. Esta informação, para além de facilitar a compreensão do leitor dos conceitos teóricos expostos ao longo dos diversos capítulos do livro, através da transposição para o campo empírico, poderá ser útil para pensarmos a implementação de políticas e práticas de IP em Portugal.

A temática deste livro poderá ser útil para ajudar os prestadores de serviços a possuírem uma melhor compreensão das redes de apoio utilizadas pelas famílias e, consequentemente, ajudar os profissionais portugueses na implementação de um sistema de serviços de Intervenção Precoce legislado (Desp. Conj. 891/99, de 19 de Outubro), desenvolvendo sistemas comunitários de apoio que respondam às necessidades de cada família de forma eficaz e centrada na família.

 

Mais informação em: Wook

 

 

(post em permanente actualização)


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publicado por Maggie e Tih, em 29.10.09 às 09:54link do post | favorito

O Programa Educação Para Todos nasceu em 1990, na sequência de uma Conferência Mundial realizada na Tailândia, tendo como objectivos proporcionar educação básica a todas as crianças e reduzir drasticamente o analfabetismo entre os adultos até ao final da década. O Fórum Mundial da Educação que decorreu em Dacar, no Senegal, em 2000, reafirmou o empenhamento na Educação Para Todos e determinou que até 2015 todas as crianças deveriam ter acesso a educação básica gratuita e de boa qualidade. Os seis objectivos do programa Educação Para Todos são:

1. Desenvolver e melhorar a protecção e a educação da primeira infância, nomeadamente das crianças mais vulneráveis e desfavorecidas,


2. Proceder de forma a que, até 2015,, todas as crianças tenham acesso a um ensino primário obrigatório gratuito e de boa qualidade,


3. Responder às necessidades educativas de todos os jovens e adultos, tendo por objectivo a aquisição de competências necessárias,


4. Melhorar em 50% os níveis de alfabetização dos adultos, até 2015,


5. Eliminar a disparidade do género no acesso à educação primária e secundária até 2005 e instaurar a igualdade nesse domínio em 2015,


6. Melhorar a qualidade da educação.

 

In: UNESCO - Educação


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